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Dano existencial?
Você já ouviu falar de dano existencial? De acordo com o jurista Hidemberg Alves da Frota - é uma espécie de dano imaterial que se apresenta sob duas formas: o dano ao projeto de vida, que afeta o desenvolvimento pessoal, profissional e familiar, influenciando nas escolhas e no destino da pessoa, e o dano à vida de relações, que prejudica o conjunto de relações interpessoais nos mais diversos ambientes e contextos.
No âmbito das relações trabalhistas, o dano existencial ocorre quando o trabalhador sofre prejuízo na sua vida fora do serviço, em razão de condutas ilícitas praticadas pelo empregador. Segundo o desembargador José Felipe Ledur do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região, “o trabalho prestado em jornadas que excedem habitualmente o limite legal de duas horas extras diárias, tido como parâmetro tolerável, representa afronta aos direitos fundamentais e aviltamento da trabalhadora”.
Ao submeter o trabalhador por vários anos a jornadas excessivas, sustenta o sobredito magistrado, a empresa "em conduta que revela ilicitude, converteu o extraordinário em ordinário, interferindo indevidamente na esfera existencial da sua empregada, fato que dispensa demonstração. Seu proceder contraria decisão jurídico-objetiva de valor que emana dos direitos fundamentais do trabalho".
Uma grande rede de supermercados, recentemente, foi condenada pelo Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (RS), a indenizar trabalhadora por danos existenciais, no valor de R$ 24.700,00. A referida empregada provou que fora submetida a jornadas de trabalho com duração entre 12 e 13 horas diárias, com intervalo de apenas 30 minutos e apenas uma folga semanal, durante mais de oito anos.
Em 18/06/12, 16:33
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Lei de Incentivos fiscais na AL - PI novamente
Compartilhando informações. Para quem não sabe, o novel diploma legal n. 6.146, de 20 de dezembro de 2011 (Lei de Incentivos Fiscais do Estado do Piauí) encontra-se na Assembleia Legislativa recebendo modificações. Os empresários locais e de fora aguardam o desfecho das suas alterações para que, em definitivo, inclusive com a regulamentação já recebida (Decreto n. 14.774, de 19 de março de 2012), produza seus efeitos. Bem ou mal, é um dos poucos instrumentos de competitividade que dispomos.
Em 22/05/12, 07:44
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Cadê a água no litoral?
Pelo menos três grandes empreendimentos hoteleiros (de investidores espanhóis, alemães e brasileiros) aguardam, no litoral piauiense, a realização de obra básica para suas instalações, implantações: uma adutora. As Prefeituras de Parnaíba, Luiz Correia, Cajueiro da Praia e Ilha Grande, bem como o Governo do Estado, são cientes que é obra pública comezinha, basilar para o desenvolvimento da região. Sem água não dá. Outro empecilho, entrave é a ausência de energia elétrica (suficiente) nestas cidades. Nosso temor é que empresas que adquiriram imóveis no litoral desistam de trazer seus negócios para o Estado em face da ausência de infraestrutura. Aliás esta novela, os entendidos de Piauí, já conhecem.
Em 14/05/12, 15:55
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Os alemães estão chegando!
Em visita ao Piauí, Dieter Gerding, Cônsul Honorário da Alemanha sediado em Fortaleza, Ceará, externou que com a crise econômica na Europa e Estados Unidos, empresários alemães estão de olho em nosso Estado, querem investir em hotelaria; parques aquáticos, transferir tecnologia em saneamento básico, construção civil, dentre outros investimentos. Como já se disse - mais importante que assistir ao crescimento do Brasil, é crescer com ele. O momento é este. As oportunidades são poucas, não podemos desperdiçá-las. Por falar em oportunidades, o que tem feito a Federação das Industrias Piauienses (FIEPI) e a Associação Industrial do Piauí (AIP) neste processo?
Em 07/05/12, 08:01
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Deyle-group visita nosso Estado
Na semana que passou, Uwe Deyle, Presidente, Executivo Chefe do Deyle-Group, gigante alemã especialista em água-parques, esteve no Piauí. Além de visitar nossas belezas naturais (conheceu a Serra da Capivara em São Raimundo Nonato e o litoral de Luiz Correia), aproveitou para prospectar negócios. Em Teresina fora recebido por empresários e representantes do Governo do Piauí. Em um Estado carente de investimentos da iniciativa privada, torcemos para que, de fato, algum negócio seja fechado. Como se diz por lá: Das ist gut so!
Em 29/04/12, 20:20
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Energia Elétrica mais barata
Em 2015, de acordo com dados da Aneel, 67 usinas hidrelétricas terão suas concessões vencidas e nos anos seguintes mais contratos findam. As concessões que vencem representam um quarto da capacidade hidrelétrica de geração do país e mais de 80% da de transmissão. A rigor, como o término dos contratos, as usinas deverão submeter-se a novos leilões ou, em caso de uma engenharia jurídica do governo Dilma, renovação das concessões. Independentemente da saída, o que se espera é o barateamento da tarifa, que o consumidor seja desonerado de pagar uma das energias mais caras do mundo. O Governo Federal terá uma oportunidade singular para ditar novas regras de financiamento do setor e resolver um importante fator de perda da nossa competitividade.
Em 20/03/12, 12:58
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Deixe esse regaço
Esta semana os principais jornais do país estamparam: "Brasil é o país que menos cresce na América do Sul". O PIB de apenas 2,7% em 2011 é menor do que a média de toda a América Latina (cerca de 4%). E também, crescemos menos, em termos de PIB, do que a Argentina, o Peru e a Bolívia. Na raiz deste desempenho vergonhoso, como já é sabido, tem-se a ausência de investimentos em infraestrutura, energia, educação e efetivo combate a inflação. A respeito destes recorrentes entraves ao nosso desenvolvimento é importante indagar – cadê o projeto e as ações planejadas para o Piauí crescer?
Com exceção de iniciativas pontuais e descontínuas, não se vê no Estado debate sobre os temas importantes para o nosso desenvolvimento econômico. Precisamos de um espaço permanente para problematizar os desafios que temos à frente. É claro que não se pode compreender o presente e projetar o futuro, sem o conhecimento de velhas questões, gargalos recorrentes que engessam a economia do Piauí. Daí a necessidade, também, de revolver, revisitar estes temas.
Já é possível responder qual é a real vocação do Piauí? Comércio, serviços, indústria, agronegócios? Temos uma política industrial, quais são seus fundamentos e ações a médio e longo prazo? O que falta fazer para – de fato – darmos o salto de competitividade que tanto almejamos? Precisamos discutir, ainda, nossa legislação – a lei responsável pela regularização dos cerrados e a lei de incentivos fiscais. O que sabemos sobre Tecnologia da Informação e sua importância para a economia do Piauí. São muitos os problemas e desafios. O Piauí precisa saber aonde quer chegar e como chegar.
Além do Governo do Estado do Piauí, é preciso que a sociedade civil organizada, a Federação das Indústrias do Piauí, a Associação Industrial do Piauí e CDL, sejam mais presentes neste debate, mais incisivos, empreendam uma mobilização de monta pelo desenvolvimento do Estado. Ou saímos da mesmice ou estaremos fadados ao eterno atraso e insucesso.
Em 20/03/12, 11:21
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Nem só de pão vive o homem
Como nem só de pão vive o homem, queremos compartilhar com os amigos a releitura da biografia de Jânio Quadros ("A liderança Política de Jânio Quadros - 1947-1990) da Cientista Social Vera Lúcia Michalandy da PUC-SP (editora humanidades). Seu estilo único, discurso de apelo moralizador e verve são encontrados em todas as páginas do livro. Um bálsamo no universo de publicações tão superficiais que o mercado editorial despeja todo os dias. Eis um aperitivo: " Ao tomar conhecimento que um juiz de paz do município de Apiaí havia estabelecido uma norma interna limitando o funcionamento do Cartório de Paz para uma hora por semana, Jânio Quadros recomendou:
"Senhor Secretário.
1.Demitir.
2. O homem não é do trabalho, mas de paz mesmo."
Em 22/02/12, 21:31
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Quaresma
Hoje, consabido, é quarta-feira de Cinzas, início da Quaresma (40 dias antes da Sexta-feira Santa). É tempo de conversão, de arrependimentos e, principalmente, de solidariedade. Me lembro que lá por volta de 1986, meu professor de "Educação Moral e Cívica", Marcílio Flávio Rangel de Farias, que tinha por hábito alternar as lições sobre os costumes da sociedade brasileira com notas religiosas, nos advertia: "Jejuar e guardar o pão, não é abstinência, é avareza". Só mais tarde soube que a frase era de Padre Vieira. Saudades do meu mestre!
Em 22/02/12, 21:09
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Seminário sobre Mineração no Estado
Em iniciativa inovadora, a Deputada Margarete Coelho, requereu a Mesa Diretora da Assembleia Legislativa a realização do "I SEMINÁRIO LEGISLATIVO MEIO AMBIENTE, MINERAÇÃO E SOCIEDADE PIAUIENSE".
Segundo a parlamentar o setor mineral piauiense ganhar relevo em face da diversidade de ocorrências minerais e jazidas distribuídas em todo o Estado. O Piauí desponta como a mais nova e promissora província mineral do Brasil.
Esse potencial ganha agora nova dimensão, com a crescente demanda mundial por bens minerais e a abertura de grandes mercados consumidores. Surgem possibilidades de fortes investimentos no Piauí, com significativa geração de emprego e renda.
A mineração, contudo, situa-se em um contexto complexo. A legislação sobre jazidas e minas é de competência privativa da União, mas a competência para legislar sobre meio ambiente cabe tanto à União quanto aos estados e municípios, e é freqüente a localização de jazidas em áreas de fragilidade e tensão ambiental.
Coloca-se, portanto, para o Piauí um desafio: conciliar as atividades da mineração com a proteção do meio ambiente e a qualidade de vida, por meio do aperfeiçoamento institucional e da gestão compartilhada dos bens naturais. É o desafio da sustentabilidade, que depende do envolvimento dos órgãos públicos, do setor empresarial, dos trabalhadores, das entidades ambientalistas, enfim, de toda a sociedade.
O objetivo do Seminário capitaneado pela AL – PI é buscar, junto às entidades representativas da sociedade civil e dos setores público e privado, subsídios para a elaboração de uma política minerária estadual, que respeite as características naturais e socioculturais das diversas regiões do Piauí, orientada para a sustentabilidade social, econômica e ambiental, e para o aprimoramento da política minerária nacional.
Em 10/02/12, 08:55










