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Balé Popular do Piauí faz apresentação especial nesta semana
O folclórico Balé Popular do Piauí fará uma apresentação especial na noite desta quarta-feira, 16, às 20h, no Theatro 4 de Setembro. O grupo, que este ano comemora 26 anos de dança e é um dos mais antigos e tradicionais do Piauí, levará duas montagens para o palco: "A Lenda de Zabelê", de Sidh Ribeiro e "Boi Mimo de Santa Teresa", de Frank Lauro - que é o atual diretor da companhia.A apresentação única faz parte de uma série de ações do grupo para fazer caixa e poder participar do festival Passo de Arte, que acontece em Indaiatuba (SP), em julho próximo. Fazendo apenas aparições anuais e raras, essa é uma excelente chance para conferir a exuberância e o colorido da companhia oficial de dança folclórica piauiense.
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Balé Popular do Piauí faz apresentação especial nesta semana
O folclórico Balé Popular do Piauí fará uma apresentação especial na noite desta quarta-feira, 16, às 20h, no Theatro 4 de Setembro. O grupo, que este ano comemora 26 anos de dança e é um dos mais antigos e tradicionais do Piauí, levará duas montagens para o palco: "A Lenda de Zabelê", de Sidh Ribeiro e "Boi Mimo de Santa Teresa", de Frank Lauro - que é o atual diretor da companhia.
A apresentação única faz parte de uma série de ações do grupo para fazer caixa e poder participar do festival Passo de Arte, que acontece em Indaiatuba (SP), em julho próximo. Fazendo apenas aparições anuais e raras, essa é uma excelente chance para conferir a exuberância e o colorido da companhia oficial de dança folclórica piauiense.
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Harém volta com comédia cheia de referências da cultura pop
A galera que curtia o TV Pirata, humorístico que unia o nonsense e o besteirol nas noites de terça-feira da Globo lá pelo início no anos 1990, vai dar boas risadas com a comédia "Macacos Me Mordam", que fica em cartaz de hoje a domingo, 6, no Espaço Cultural Trilhos, sempre às 20h.
O espetáculo, no entanto, não é apenas para iniciados - quem tiver um mínimo de contato com o mundo aqui fora vai dar boas gargalhadas. Primeira peça escrita por Arimatan Martins, "Macacos" pede ao público que traga de casa todas as suas referências de programas de TV, musicais da Broadway, literatura científica e filmes de cinema. Na falta basta digitar cultura pop no
Google e fazer um print...A comédia é uma miscelânia que toma emprestado bordões, gags e memórias de muita coisa produzida pela televisão, cinema e literatura de fácil consumo nos últimos 40 anos.
O enredo conta a saga da evolução de um grupo de macacos desde a pré-história até os dias atuais. E nessa viagem todos estão literalmente com a macaca. Obra da cabeça inquieta de Arimatan Martins, conhecido por suas frase de efeito e humor ácido sobre acontecimentos da contemporaneidade, "Macacos Me Mordam" não pede licença para criticar costumes e personagens do cotidiano do país e do Piauí.
Das proposições de Darwin à discussão sobre a homossexualidade tudo cabe na selva de piadas e cacos construída pelo diretor de teatro que se revela um dramaturgo promissor. O sucesso da comédia também se deve ao bom elenco afinado e disposto a fazer de um mundo feito de macaquices. Não perca. O Contemporama conferiu e recomenda.
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Modelo piauiense emula Christy Turlington em ensaio da Marie Claire
A modelo piauiense Vanessa Damasceno está lindamente irreconhecível em ensaio publicado na edição de abril da revista Marie Claire. De cabelos bem curtos, a modelo foi clicada pelo moçambicano Zee Nunes, um dos fotógrafos mais respeitados, queridos e badalados da moda nacional.
No ensaio de dez páginas inspirado nas peças "Clássicas Eternas", o styling e a beleza fazem com que a piauiense Vanessa emule a americana Christy Turlington, que fez história nos anos 1990 ao lado de outras grandes top models mundiais. Confira o ensaio da piauiense no link que segue: http://elomanagement.blogspot.com.br/2012/04/vanessa-damasceno-marie-claire.html
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Dança piauiense na Europa
O coreógrafo Sidh Ribeiro está preparando um projeto ousado ainda para este ano: excursionar pela Europa com duas grandes criações suas. No segundo semestre, Ribeiro levará uma companhia com 10 bailarinos convidados para dançar "Fantasia Nordestina" e "Torquato" na Suíça e Alemanha.
Os dois espetáculos foram criados originalmente para o Balé da Cidade de Teresina. "Fantasia" mostra a fortaleza do homem nordestino de forma lírica e "Torquato" transforma em dança a obra do grande poeta e jornalista piauiense.
Os contatos para as apresentações já estão sendo feitos e a previsão é de que a companhia excursione pelos dois países por pelo menos um mês. Sidh ainda projetos de peso engatilhados mais pediu segredo ao blogueiro. O que podemos adiantar é que pode estar nascendo uma grande companhia de dança para representar o Piauí até mesmo fora do Brasil.
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Piauí ganha mais respeito no audiovisual nacional
O presidente da secção piauiense da Associação Brasileira de Documentarista, Kleyton Marinho, foi escolhido para ocupar um cargo na diretoria executiva da ABD nacional. Kleyton compôs a Chapa Ubuntu, eleita no começo do mês em Salvador (BA) para presidir a associação no biênio 2012/13.
Marinho, que tem um trabalho reconhecido no Piauí como fotógrafo, diretor de vídeo e coordenou por nove o setor de audiovisual da prefeitura de Teresina, vai desempenhar nos próximos dois anos a função de tesoureiro na ABDN. É primeira vez que um piauiense faz parte de diretoria da entidade que milita da produção e defesa do curta-metragem e documentários no Brasil.
"Isso significa que o Piauí está ganhando mais respeito e representatividade junto aos demais estados que compõem a ABD nacional", explica Kleyton. Ele antecipa que sua missão maior no cargo será integrar mais as afiliadas em todo o Brasl e fazer com elas desenvolvam mais meios para se manter.
Outra luta que o piauiense vai ajudar a encampar é a sanção da Lei 12.485, a "Lei das Cotas". Ela prevê a reserva de espaço na grade para exibição de curtas e docs nas TVs abertas e fechadas, cineclubes, clubes de vídeo e até mesmo em canais da internet.
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Coral Raio de Sol corre o risco de acabar
Um dos mais duradouros e tradicionais corais infantis do Piauí corre o risco de finalizar suas atividades. O Raio de Sol, regido por Cláudia Tenório há 26 anos, está paralizado devido a um embróglio burocrático que gerou um mal estar entre a regente e a Fundação Cultural Monsenhor Chaves.
Cláudia alega que apesar da importância do coral, o superintendente da fundação tem mostrado total descaso pela continuidade do grupo infantil. Segundo Tenório, além de aulas de canto, as 40 crianças participantes recebem ainda noções de higiene, aulas de conhecimentos gerais e cidadania. O coral funciona em uma escola municipal do Parque Alvorada, bairro pobre da zona de Teresina.
A regente contabiliza que em duas décadas e meia de existência, pelo Raio de Sol já passaram mais de mil crianças. Apesar da importância social do projeto, Cláudia teme que ele desapareça como tantos outros grupos artísticos do Piauí que dependem de verba pública para existir.
O superintendente da FCMC, Marcelo Simplício, esclarece que o Raio de Sol nunca pertenceu à fundação e que trata-se de um projeto pessoal da regente Cláudia Tenório. "O contrato dela com a fundação estava irregular e decidimos não renová-lo. Sugerimos que ela criasse uma associação para então fazer um convênio conosco. Ela rejeitou".
A regente deixa claro que não está brigando por dinheiro e que sugeriu até que outra pessoa ocupasse seu lugar à frente do projeto, tudo para que o Raio de Sol não acabe. "Não tenho condições de manter uma associação porque é preciso verba para arcar com os encargos jurídicos e administrativos", justifica Cláudia.
Para o superintendente da Monsenhor Chaves, a única forma de salvar o coral é a criação da associação. "Queremos que a regente regularize a situação do grupo. Temos convênios com várias instituições da cidade como a Fundação Quixote, a Sinfônica de Teresina e a Banda 16 de Julho. Reconhecemos a importância do Coral Raio de Sol".
Enquanto o impasse não é resolvido, Tenório busca outras alternativas. Revela que já tentou falar com o prefeito Elmano Ferrer, mas ouviu de seus assessores que o assunto do coral não tem importância para ele. Está agora tentando uma parceria com um banco internacional, mas as negociações nem começaram ainda´.
Foi também um mal estar entre o coreógrafo Marcelo Evelin e o então presidente da Fundação Cultural Monsenhor Chaves Cineas Santos que provocou a saída do primeiro da direção do Teatro do Dirceu. Marcelo levou consigo todos os projetos - inclusive com parcerias internacionais - que eram desenvolvidos no teatro na zona sudeste. Hoje seu grupo trabalha em galpão alugado no mesmo bairro.
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Teresina, uma cidade de pre-carnavais?
Propaganda que está sendo veiculada nas TVs do Piauí diz que Teresina não tem tradição de Carnaval. Mais certo seria dizer que a capital perdeu ou deixou que levassem embora para outras cidades do Estado e do Nordeste os seus foliões.
Com um passado gigantesco, escolas de sambas históricas e bailes gloriosos nos clubes, Teresina viu sua folia ir se tornando cada vez mais cinza por conta de uma série de percalços e idéias ruins para tentar recuperar a memória do Carnaval de antigamente.
Da itinerância dos desfiles de escolas de samba até o cancelamento impensável da apresentação das agremiações, quase tudo já foi testado sem apresentar muitos resultados. O folião da capital fica apenas para as prévias...
O que restou então à Cidade Verde no período de Momo, além de ruas vazias e uma certa sensação de que poderíamos estar em outro lugar? Se ainda não observaram, Teresina parece estar encontrando uma nova vocação: de ser uma cidade com festas e bailes de pre-carnaval.
O Corso, apesar das mudanças anuais no percurso, é um bom exemplo - o marketing do Guiness foi uma bênção. Os bailes em alguns clubes da capital corroboram para o clima de que é possível que a folia de Momo fique de vez na cidade. O que agora precisa-se pensar é numa estratégia para segurar o público do Sábado até à Terça-feira de Carnaval.
O Sanatório Geral faz sua parte na tarde e noite do primeiro dia de folia. O problema é que as atrações escolhidas para a festa oficial na Marechal Castelo Branco são um bocado fracas. Daí, fica a dica: uma atração de peso, mesmo que por apenas um dia, no Domingo, Segunda ou Terça-feira de Carnaval, não só seguraria o folião de Teresina e ainda traria gente de outras cidades.
Esse ano, o Olodum foi para Barras. Impossível resistir. Enquanto que em Teresina que eram mesmo as atrações do carnaval de rua? Para que Momo volte a sorrir e ficar na capital do Piauí é preciso esquecer de vez o passado, olhar para frente e pensar grande...
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Piauí integra livro que radiografa a parceria entre artesanato e design no Brasil
A cerâmica produzida pelos artesãos na Serra da Capivara, sul do Piauí, faz parte de livro que faz uma radiografia da revitalização do artesanato brasileiro feita a partir do design. "Design + Artesanato: o caminho brasileiro" (Ed. Terceiro Nome), de autoria da curadora, escritora e professora de História do Design Adélia Borges. Ela debruçou-se sobre a aproximação impensável entre os dois campos e traçou um profundo perfil dos resultados obtidos nas várias regiões do Brasil. O resultado é um livro fartamente ilustrado, com 240 fotos e com versão também em inglês.

“Não há um procedimento padrão ou receituário para as ações de revitalização do artesanato – e nem poderia ser de outra forma, já que diferentes situações exigem diferentes respostas”, diz a autora que dedica-se há quase 30 anos ao estudo do design. “Se não há uma resposta única, há alguns pressupostos. A constatação e a análise do que pré-existe num determinado lugar são condições indispensáveis para traçar uma estratégia de trabalho, caso a caso”. Leia abaixo trecho do livro sobre a cerâmica feita no sul do Piauí.
"Design + Artesanato: o caminho brasileiro" será lançado na quinta 2, em São Paulo e depois no Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Recife. O patrocínio da publicação é BNDES e da agência de publicidade Leo Burnett Taylor Made (LBTM), com apoio do Ministério da Cultura por meio da Lei Rouanet. Foto Mariana Chama[1].jpg)
Foto: Mariana Chama"Esse processo não necessariamente exige designers. Consultora do programa do Artesol em Esperança, no interior da Paraíba, a arte-educadora Macao Goes, de Brasília, nunca instou os artesãos a fazer qualquer modificação nas bonecas e bonecos de pano tradicionalmente elaborados no lugar. Por conta própria, um artesão teve há alguns anos a ideia de fazer um casal de cangaceiros – enquanto outro preferiu fazer modelos baseados em personagens de tevê. O mercado se encarrega, depois, de aceitar melhor um ou outro.
Também não houve a participação de designers na elaboração de uma das linhas mais difundidas de artesanato nos últimos anos, produzida no entorno do Parque Nacional Serra da Capivara, um dos mais importantes sítios arqueológicos brasileiros, no Piauí. A cerâmica não existia na região, e foi introduzida pela arqueóloga Niede Guidon. “Ela quis possibilitar às pessoas que moram na área de entorno uma nova atividade como fonte de renda, diminuindo, assim, a depredação dos vestígios arqueológicos e também da flora e da fauna característicos da caatinga. Chamou então um consultor de cerâmica para desenvolver técnicas adaptadas à região e em 1994 o projeto se implantou”, conta Girleide Maria Alves de Oliveira, funcionária do projeto.
No Piauí, a escolha foi óbvia, até pela gênese do projeto: os motivos encontrados nas superfícies dos pratos, travessas, copos e utensílios se baseiam, como não poderia deixar de ser, nas pinturas rupestres da área. Mas como encontrar em cada lugar as referências culturais que deveriam ser espelhadas pelos produtos? Esse é um ponto nevrálgico na discussão sobre a interação entre designers e artesãos."
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Fátima C. Branco é boa novidade com CD de altos e baixos
Recebi o novo CD de Fátima Castelo Branco junto com a intimação de escrever sobre o lançamento. O título “Bossas de Verão” imediatamente me sugeriu mesa de bar e chopp gelado. Depois das três primeiras faixas, eis que sem avisar trocam a bebida: uísque, conhaque, rum e cachaça vão passando pelo paladar junto com a mudança de estilo das músicas compostas e interpretadas por uma Fátima que ora soa radiofônica, comercial e regional, ora flerta com certo ar de fossa old school.
Aqui vale lembrar que até a dor de cotovelo se renovou, virou Fossa Nova nas vozes de cantoras brasileiras e internacionais, com letras e melodias mais elaboradas e inteligentes, mas não menos cortantes e dramáticas, sem ser óbvias.
Terceiro CD da carreira de quase 20 anos da compositora e intérprete, Fátima estréia em “Bossas” como produtora independente e fonográfica, o que segundo ela própria lhe “permite a ampliação do processo criativo”. E que ampliação. A artista reúne os verões do Piauí, Rio de Janeiro e da distante Ravena, na Itália, em um trabalho de altos e baixos e de várias cores e sabores musicais.
Enquanto se propõe a cantar sambinhas e bossas, Fátima mostra-se palatável e promissora – muito por causa do estilo em si. Quando interpreta canções mais regionais ou fossas, soa datada e algo dèja vu.
Aqui e acolá, suas músicas surpreendem com frases simples e de grande efeito (“silêncio, que tudo na vida é talvez”, em Samba de Outono ou “só vive quem de amor quase morreu”, em Amor via Embratel), revelando uma compositora inspirada e talentosa apesar algumas rimas desconexas em outras composições com resultados nada bons.
Para além, Fátima faz combinar cama, lar e lama, é tocante quando fala em amor e espera e intensa quando canta paixões. Optando por cantar também fossa e regional dentro um disco sobre bossas, Fátima criou involuntariamente um CD dentro de outro; retomando o tema no final recupera a cara simpática que seu novo trabalho apresenta no começo.
A participação de Dandinha em “Teu coração ainda é meu” e “Nosso Amor” pontuam a parte romântica –e reforçam a sensação de não fazerem parte do mesmo disco. Dentro da pontual produção fonográfica piauiense, “Bossas de Verão” é uma boa novidade.
A cantora apresenta o novo disco nesta quarta-feira, 25, no Espaço Cultural Osório Júnior, no Club dos Diários,a partir das 19h.
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Jornalista, professor de Comunicação, Língua Inglesa e artista.