Fábio Idegardis, responsável pela venda de pacotes aos universitários, afirma que os 15 funcionários da Styllos querem apenas o que lhes é de direito. “Viemos aqui para saber o que gente deve fazer e dar explicações sobre o que a gente sabe”, pontua. Ele explica que ontem conversaram com a mãe de Fabiano, a tabeliã Gonçala da Silva, que tentou um acordo.
Em conversa com o CidadeVerde.com, Gonçala defendeu o filho e disse que já está de posse de móveis e aparelhos que estavam na sede da empresa, mas que aguarda uma decisão da Justiça para saber o que deve fazer.
“Até agora eles não entraram em contato. Ontem eu combinei com os funcionários, mas um deles foi denunciar (o caso) na Central de Flagrantes e o delegado sugeriu que eu aguardasse. Recuperei alguns eletrodomésticos e móveis que estavam em um depósito que um funcionário levou, mas não sei do patrimônio da empresa e ainda há alguns itens que sumiram. Com certeza haverá alguma ação trabalhista, então vou aguardar o contato”, explica a tabeliã.
.JPG)
Estudantes lotam o 12º DP
Gonçala também manifestou sua impressão sobre a situação. “Como toda mãe, você pode imaginar como eu estou. Não tenho muito o que explicar porque ele ainda não entrou em contato comigo. Há muito tempo a empresa estava com problemas. Acho até que decretaram falência ou algo parecido. Ele nunca fez algo assim. Acho que foi um momento de desespero”, pontua.
Carlos Lustosa Filho
redacao@cidadeverde.com