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Fim do verão é momento ideal para revisar a saúde da pele
Prestar atenção em pintas, manchas e pequenas lesões de pele deveria ser uma preocupação constante em quem vive em regiões tropicais, especialmente em países com verões ensolarados e de calor intenso.
Na prática, o que ocorre é justamente o contrário: muita gente “torra” no calor e no sol sem se preocupar com os efeitos prejudiciais cumulativos dos raios ultravioleta sobre a pele.
Mesmo para quem tem por hábito não se expor nos horários mais intensos e proteger a pele usando filtro solar, o calor invariavelmente acaba gerando uma exposição maior aos raios UVA e UVB.
Justamente por conta dess exposição mais intensa ao longo dos meses de calor, o fim do verão é uma época mais do que propícia para fazer uma avaliação da pele. Com a ajuda de um aparelho chamado dermatoscópio, o médico tem condições de observar lesões, manchas e sinais em busca de alterações que possam indicar problemas mais sérios, como o melanoma – a forma mais agressiva e letal de câncer de pele.
Quem tem a pele clara ou mais de 50 anos deve fazer revisão da pele uma vez por ano, alertam os especialistas, e precisa estar sempre atento a pintas ou manchas que mudam de tamanho, cor e forma, ou a lesões que não cicatrizam.
Também é importante dar atenção a sinais que aparecem em áreas de atrito constante, como as plantas das mãos e dos pés, e as unhas. Pouca gente sabe, mas melanoma também aparece nesses locais.
“Unhas com manchas verticais escuras, sem que tenha havido nenhum tipo de trauma recente no local, pedem investigação, pois pode se tratar de um melanoma” alerta a dermatologista Daniela Landim.
Outra área frequentemente esquecida é o couro cabeludo. Quem tem cabelos não passa filtro solar e a maioria se esquece de proteger a cabeça com boné ou chapéu. Escondida em meio aos cabelos, qualquer lesão pode passar meses crescendo sem ser detectada.
Comente aqui! / Em 20/03/12, 13:52
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Médicos discutem introduzir exame de tireoide durante gravidez
Os exames de tireoide, que não estão incluídos nas checagens regulares das mulheres durante a gravidez, estão no centro de um debate que vem aumentando nos últimos anos entre os médicos.
A glândula que produz hormônios e pode interferir em qualquer tipo de célula do corpo é importante para o desenvolvimento do cérebro do feto principalmente nos três meses de gestação.
Numerosos estudos têm indicado desde 1999 que o mal funcionamento da tireoide pode aumentar as chances de aborto, nascimento prematuro de bebês ou mesmo interferir negativamente no QI do bebê.
Um tireoide com funcionamento acima do normal, o hipertireoidismo, acelera as funções corporais, causando efeitos como perda de peso, ansiedade e nervosismo, além de aumentar o batimento cardíaco e causar problemas na visão.
Na contramão, uma tireoide "preguiçosa", o hipotireoidismo, desacelera as funções corporais, provocando fadiga, ganho de peso, depressão e pele seca. Também pode elevar o nível de colesterol.
Sem os exames obrigatórios de prevenção, tanto bebê quanto a mãe correm o risco de terem sua saúde afetada.
Comente aqui! / Em 05/01/12, 14:46
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Brasil testa polipílula que poderá prevenir doenças cardiovasculares
Uma pílula que reúne quatro remédios para controlar a pressão arterial e o colesterol e prevenir o entupimento de vasos sanguíneos está sendo testada em diferentes países, incluindo o Brasil, para reduzir a incidência de doenças cardiovasculares. São dois os alvos: pacientes com risco moderado que não têm bons resultados com dieta e exercícios e pessoas com risco elevado, que já tiveram infarto ou derrame.

O país já participou da primeira fase do primeiro estudo internacional com a chamada polipílula.
Os resultados, publicados em maio na revista "PLoS One", mostraram que a pílula pode diminuir em 60% o risco de infarto e derrame em pessoas com risco moderado.
Na pesquisa, esses pacientes tinham idade média de 60 anos, eram obesos e tinham pressão arterial e colesterol pouco elevados, além de outros fatores de risco.
"São pessoas que não necessitariam de medicação, mas, infelizmente, boa parte delas não consegue reduzir o risco com outras medidas", diz Otávio Berwanger, cardiologista do HCor (Hospital do Coração) e coordenador da pesquisa no Brasil.
Ao todo, 378 voluntários participaram do trabalho, que também foi feito na Índia, na Austrália, na Holanda, na Nova Zelândia e nos Estados Unidos.
A NOVA PESQUISA
A segunda fase do estudo começa em novembro, com pacientes que já tiveram infarto ou AVC e tomam os remédios separadamente.
No Brasil, a pesquisa envolverá 22 hospitais, além do HCor, e 2.000 pessoas em todas as regiões do país.
Além disso, em 2012, o país deve participar da terceira fase de uma pesquisa já iniciada na Índia, na China e no Canadá.
Dessa vez, o responsável pela pesquisa brasileira será o Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia.
O objetivo, segundo o cardiologista Álvaro Avezum, diretor da divisão de pesquisa do instituto, é testar a medicação em 2.000 pacientes de São Paulo com risco cardíaco moderado.
MEDICALIZAÇÃO
De acordo com Luiz Antonio Machado César, presidente da Socesp (Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo) e cardiologista do InCor (Instituto do Coração da USP), a ideia é simplificar e baratear o tratamento.
Berwanger lembra que, hoje, no máximo metade dos pacientes de alto risco segue o tratamento corretamente. "Se pudermos facilitar a vida do paciente, mantendo os benefícios dos remédios, com custo menor e maior adesão, será muito interessante."
Ele afirma, no entanto, que a ideia não é "medicalizar" a prevenção de quem tem risco moderado. "A adesão a dieta e exercícios é péssima, apesar de as mudanças serem fundamentais. Essas pessoas não sentem nada, mas a tendência é piorar", afirma.
"Mudar o estilo de vida da população é utopia. Do jeito que a gente montou nossas cidades e a nossa vida nos grandes centros, essa opção não existe", afirma César.
Berwanger recorda, no entanto, que não se trata da "pílula da vida eterna", e que o controle de fatores como tabagismo e obesidade, deverá ser mantido, mesmo para quem tomar a polipílula.
Comente aqui! / Em 26/12/11, 15:42
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Exercícios em excesso podem danificar o coração, dizem especialistas
A prática excessiva de exercícios pode danificar o coração, indica um pequeno estudo feito por especialistas australianos. Exames de ressonância magnética de 40 atletas que se preparavam para participar de eventos esportivos extremos, como triatlos ou competições de ciclismo em montanha, revelaram que a maioria apresentava distensões no músculo cardíaco.
A maior parte se recuperou completamente depois de uma semana, mas cinco dos atletas, que vinham treinando há mais tempo, apresentaram cicatrizes - possivelmente um indício de danos permanentes.
Para a maioria dos atletas, uma combinação de treinamento sensato e recuperação adequada deve trazer melhorias na função do músculo cardíaco, os pesquisadores disseram.

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Formato alterado
Como parte do estudo, os cientistas avaliaram os atletas duas semanas antes das competições, imediatamente após os eventos e cerca de uma semana depois.
Logo após a competição, os corações dos atletas tinham o formato alterado. O ventrículo direito do órgão - uma das quatro câmaras do coração envolvidas em bombear o sangue pelo corpo - parecia dilatado e não funcionava tão bem como nas semanas que antecederam a competição.
Níveis de uma substância química chamada BNP (Peptídeo Natriurético tipo B), que é fabricada pelo coração em resposta a distensões extremas, haviam aumentado.
Uma semana mais tarde, os corações dos atletas haviam voltado à condição em que estavam antes da competição.
Nos cinco atletas que vinham treinando e competindo há mais tempo, os exames revelaram indícios de cicatrizes no tecido cardíaco. Além disso, a função do ventrículo direito nesses atletas continuava diminuída em comparação com os resultados anteriores ao evento
Comente aqui! / Em 22/12/11, 14:54
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Falha de memória acontece em qualquer idade; faça o teste
Esqueceu uma coisa importante? Normal. Qualquer pessoa saudável, em qualquer idade, pode ter lapsos. "Brancos" acontecem por motivos comuns: nervosismo, estresse, insônia, cansaço, excesso de informações.

"O estresse faz com que seja liberado o hormônio cortisol, que age no cérebro impedindo a evocação de memórias", explica os neurologistas.São exemplos cantores que se esquecem das letras e estudantes que não se lembram de nada na hora da prova. Se for crônico, o estresse também pode atrapalhar a aquisição de informações.
A falta de sono é uma das principais inimigas da boa memória. De acordo com o neurologista Luciano Ribeiro Pinto, dormir pouco resulta em perda de atenção no dia seguinte, além de atrapalhar no armazenamento de informações anteriores.
Comente aqui! / Em 29/11/11, 11:49
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ITACOR realiza especialização em cardiologia clínica

Comente aqui! / Em 28/11/11, 10:34
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Estudo alerta para perigo de doses acima do recomendado de paracetamol
Consumir uma dose um pouco acima da recomendada do analgésico paracetamol por um longo período de tempo - mesmo que apenas por uma questão de dias - pode causar graves danos à saúde, de acordo com pesquisadores britânicos.
Cientistas da Universidade de Edimburgo analisaram 161 casos do que chamaram de "overdose escalonada" durante um período de seis anos.
Os pesquisadores descobriram que muitas pessoas que usam os comprimidos contra dor não percebem quando tomam mais do que o permitido e não se dão conta dos danos causados pelo consumo excessivo do remédio ao fígado.
Segundo os pesquisadores, este problema geralmente também não é detectado pelos médicos no início, pois os exames de sangue não indicam níveis excessivos de paracetamol após a ingestão inicial superior à indicada.
O estudo, publicada na revista British Journal of Clinical Pharmacology, sugere que os efeitos para a saúde de overdoses escalonadas - mesmo que modestas - de paracetamol são mais graves do que uma única overdose com grande quantidades de comprimidos.
Comente aqui! / Em 28/11/11, 04:19
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Nova droga eleva colesterol bom e reduz o ruim
Estudo apresentado nesta semana no congresso da American Heart Association, em Orlando, nos EUA, mostra que um novo remédio conseguiu aumentar os níveis do chamado colesterol bom, o HDL, e baixar as taxas do ruim, o LDL.

Quando combinado aos remédios já usados para baixar colesterol (estatinas), o evacetrapib mais que dobrou os níveis de colesterol bom e reduziu em até 35% o colesterol ruim, além de diminuir os triglicérides, outro indicador de risco cardíaco que é medido em exames de rotina.
O novo remédio pertence a um grupo de substâncias que inibem uma proteína responsável por transferir colesterol do HDL para o LDL, aumentando a proteção contra o entupimento dos vasos.
O HDL funciona "limpando" o colesterol das artérias e o levando até o fígado. De lá, ele é eliminado do corpo.
De acordo com cardiologistas do InCor (Instituto do Coração), um nível baixo de HDL é um sinal de risco de infarto. Resultados abaixo de 40 mg/dl para homens e 50 mg/dl para mulheres são um sinal de alerta, segundo as diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia.
Comente aqui! / Em 21/11/11, 09:06
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Fabricantes terão que reduzir substância cancerígena em refrigerantes
Um acordo entre o Ministério Público Federal em Minas Gerais e fabricantes de refrigerantes determina que as bebidas de baixas calorias ou dietéticos cítricos terão redução de benzeno no prazo de cinco anos. O TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) assinado com a Ambev, Coca-Cola e Schincariol prevê que a quantidade máxima deverá ficar em 5 microgramas por litro.

A presença do benzeno nos refrigerantes foi detectada em 2009 pela ProTeste, entidade de defesa do consumidor, ao realizar testes em 24 amostras de diferentes marcas.
Ao analisar 24 amostras de diferentes marcas, a ProTeste detectou a presença do benzeno em sete delas. Em duas das amostras a concentração estava acima dos limites considerados aceitáveis para a saúde humana.De acordo com o Ministério Público, a legislação brasileira, em especial o Código de Defesa do Consumidor, estabelece que os produtos colocados à venda no mercado não podem trazer riscos à saúde ou à segurança dos consumidores. Os fornecedores, em qualquer hipótese, devem fornecer as informações necessárias e adequadas a respeito.
Comente aqui! / Em 05/11/11, 08:50
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Partículas de produtos químicos alteram cérebro, alerta estudo
Nanopartículas de dióxido de titânio, utilizadas em vários produtos --de tintas até cremes solares-- podem alterar uma barreira essencial que protege o cérebro de elementos tóxicos, segundo estudo divulgado na quarta-feira, na França.
Os resultados do estudo in vitro sugerem que a presença de nanopartículas de dióxido de titânio (TiO2) poderia ser a origem de uma inflamação cerebrovascular. A exposição crônica a estas nanopartículas "poderia dar lugar a um acúmulo no cérebro, com risco de perturbações de certas funções cerebrais".
Um estudo feito com ratos já tinha demonstrado em 2008, através de uma instilação nasal, ser possível detectar nanopartículas de dióxido de titânio no cérebro, particularmente no bulbo olfativo e no hipocampo, estrutura com papel chave na função da memória.
Comente aqui! / Em 27/10/11, 18:59
















