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Misturar álcool com bebidas do tipo energético pode causar palpitações cardíacas e distúrbios do sono. É o que diz pesquisa realizada pela Universidade da Tasmânia, na Austrália, e publicada pelo jornal Daily Mail.
Segundo o estudo, realizado com 400 homens e mulheres entre 18 e 35 anos, os que consomem a mistura têm seis vezes mais chances de sentir o coração acelerado do que os que ingerem apenas a bebida alcoólica. Apresentam também quatro vezes mais problemas para dormir, assim como tremores, irritabilidade e momentos de exaustão.
O que provoca os sintomas é a cafeína, já que as bebidas do tipo energético contêm aproximadamente 80mg da mesma. É o equivalente a uma xícara de café instantâneo.
A pesquisa, porém, também mostra que as pessoas que consomem as duas bebidas juntas tendem a abusar menos do álcool. Os autores do estudo admitem, no entanto, que o assunto deve ser estudado ainda mais. Lembram que investigações anteriores já provaram a associação entre energéticos e problemas cardíacos por aumentar a pressão arterial. A conclusão, portanto, é que os amantes da bebida devem estar alertas quanto à dose de consumo.
Fonte: Globo
Comente aqui! / Em 20/08/12, 11:29
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Quem diz que jamais desce do salto e literalmente vive em cima dele, deve tomar muito cuidado. Especialistas alertam que o uso frequente de sapatos com salto causam sérios problemas na coluna vertebral, nos pés e articulações. E quanto mais alto e fino o salto, maior o problema. Usar todo santo dia o saltinho básico é quase um crime. Tudo isso porque o salto alto altera a posição de equilíbrio do corpo, provocando uma mudança no centro de gravidade. Isso ocasiona uma sobrecarga na coluna lombar e prejudica as articulações.
Segundo o quiropraxista australiano, Jason Gilbert, o salto faz com que as mulheres tenham de andar se equilibrando e essa falta de estabilidade prejudica a coluna. Dores na região lombar e de cabeça geralmente são os primeiros sinais de que algo não anda bem. Deformidades nos pés é outro preço que quem não abre mão desse acessório paga, assim como dores no calcanhar, na panturrilha, conhecida popularmente como batata da perna, e as dores no tão temido nervo ciático.
“O uso frequente de salto alto deixa os glúteos contraídos e isso prejudica o nervo ciático que fatalmente irá reclamar. A batata da perna também se queixará, pois há um encurtamento do nervo devido a posição de elevação que o salto proporciona. Esse encurtamento prejudica a circulação nessa região e pode provocar inchaços nas pernas e pés”, revela o especialista. O profissional fez um levantamento apontando os piores tipos de salto.
Veja abaixo as dicas.
Agulha: Fuja dele! Apesar de elegantérrimo não apresenta conforto e estabilidade para seus pés. É um dos modelos que mais ocasiona deformidade nos pés e causa torções;
Anabela: Não é tão elegante como os outros, mas dependendo da ocasião pode quebrar um galho. A planta dos pés fica mais estável e distribui melhor a pressão que o pé. Mas tome cuidado, pois é um dos que mais ocasionam torções nos tornozelos;
Bico fino e salto fino: Assim como o salto agulha prejudica os pés, articulações e o tornozelo. Por ter o bico fino deixa os dedos apertadíssimos e é propício a deixar deformidades;
Salto Médio: Um pouco mais confortável que os citados anteriormente, porém esses modelos prejudicam da mesma forma. Caso a situação exija um salto mais elegante opte por ele e deixe os mais finos de lado;
Salto Quadrado: Nem tão santo e nem tão vilão. Esse tipo de salto proporciona maior equilíbrio e cansa bem menos as pernas. Opte por bicos quadrados e não pelos bicudos. O quadrado deixará seus dedos mais confortáveis;
Salto Meia Pata: Não se deixe enganar por ele. Lindo e mais confortável que os saltos finos, oferecem os mesmos riscos. Ele é só um pouquinho mais confortável e oferece um pouco mais de estabilidade na hora de andar;
Tênis com salto: Se esse salto não ultrapassar os 3 cm pode ser usado normalmente, dessa forma não prejudicará a saúde de ninguém;
Dicas:Rodízio: Faça um rodízio de sapatos e alterne os tipos de saltos que você tem em seu guarda-roupa;
Descanso: Pelo menos duas vezes por semana opte por sapatos baixos:
Troque: Quando estiver em ocasiões que não exigem o uso do salto coloque uma sapatilha, um chinelinho e dê descanso aos seus pés;
Fuja dos 5 cm: Evite usar saltos que ultrapassem 5 cm. Os mais indicados são os de 3 cm;
Sapatilhas perigosas: Cuidado com as sapatilhas, pois elas também podem provocar dores. Opte por sapatilhas que apresentam solado emborrachado, pois o impacto com o chão será menor.
Radicalismo: Caso queira mudar seus hábitos e escantear o salto alto, faço isso de forma gradativa. Lembre-se que você usou salto durante algum tempo e provavelmente você apresenta encurtamento de tendões e músculos e o uso de sapato sem salto provocará o alongamento desse músculo;
Comente aqui! / Em 10/08/12, 10:38
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Durante a manifestação da doença, evite alimentos como castanha de caju, amendoim e chocolate
Quando tomamos muito sol, nossas células de defesa podem ficar enfraquecidas, o que aumenta a incidência de herpes labial. A doença, causada pelo vírus HSV 1, também aparece por causa de estresse excessivo, trauma no local, uso de anticoncepcionais e outros remédios.
Está sentindo ardor, formigamento ou coceira no lábio? Fique atenta! Se em seguida surgirem bolhinhas agrupadas em forma de cacho de uva que se rompem virando feridas... É o vírus
atacando!
Segundo a dermatologista Luciana Rabello, presidente da Associação Brasileira de Dermatologia, cerca de 90% da população brasileira possui algum tipo de herpes. Porém, mesmo que você carregue o vírus, só 10% das pessoas sofrem com as feridas.
Nesse caso, o "bichinho" escapa do sistema nervoso, onde se aloja, e dá origem aos machucados, que são altamente contagiosos. Infelizmente, depois da primeira ocorrência do problema, ele tende a reaparecer de vez em quando. Mas, com uma alimentação adequada, é possível deixar o herpes longe de você.
Diga sim aos probióticos
Eles são encontrados nos leites fermentados ou em suplementos (cápsula ou sachê). Atuam na melhora de todas as funções do intestino, que através do seu sistema de defesa próprio, mantém a nossa saúde em dia. O ideal é tomar um pote de leite fermentado por dia.
Vale destacar que nem todos os produtos lácteos contêm probióticos. Antes da compra, leia o rótulo e identifique se nele há bifidobactérias ou lactobacilos.
Peixe e alho: dupla poderosa
Duas ou três vezes por semana, inclua esse tipo de carne no cardápio. Rica em ômega 3, ela é uma grande aliada do sistema imunológico. Já o tempero também faz maravilhas pela nossa imunidade - o ideal é consumi-lo cru, para usufruir de todos os benefícios que ele oferece.
Aminoácido do bem
A lisina ajuda a diminuir a multiplicação do vírus do herpes e, por isso, deve ser consumida com frequência. Vá de carne, peixe, ovo, quinoa, leite e derivados.
Sinal vermelho
Durante a manifestação da doença, evite alimentos ricos em arginina: castanha de caju, nozes, amendoim, chocolate, milho, semente de girassol e aveia. Em excesso, esse aminoácido estimula a proliferação do vírus.
Fonte:Mdemulher
Comente aqui! / Em 06/08/12, 08:49
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Entre os muitos problemas enfrentados por homens e mulheres de várias idades, a queda de cabelo está no topo da lista e se torna cada fez mais comum a busca de cuidados para previnir e combater o controle dos fios.
Para esclarecer o assunto, o Vida Saudável deste sábado (04) traz matérias e convidados especiais para abordar os fatores, tratamentos modernos como argiloterapia e dúvidas de quando se torna necessário recorrer ao implante capilar.
No estúdio, o demartoligista Écio Ribeiro e a cabelereira Livia Samy esclarecem sobre o assunto. O programa será exibido neste sábado,às 11h30, na TV Cidade Verde.
Comente aqui! / Em 03/08/12, 11:04
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O clima quente e a forte incidência de raios solares, marcas registradas do Piauí, aliados ao tempo seco, poeira e os ventos típicos dessa época do ano podem ser uma combinação perfeita para o aparecimento de problemas oculares como o Pterígio, conhecido popularmente como “carne no olho” que se desenvolve na córnea e é muito comum entre a população que convive com altas temperaturas.
O oftalmologista Tony Cantanhede explica que, na verdade, o Pterígio é uma pequena membrana avermelhada na superfície do olho que se prolifera em direção à córnea, podendo causar irritação, ardor, coceira e sensação de cisco no olho, além de muita sensibilidade à luminosidade.
Oftalmologista Tony Cantanhede
Em muitos casos, o Pterígio não evolui muito e é possível conviver, normalmente, com o problema. Já em outras situações, o crescimento da membrana passa a interferir diretamente na visão do paciente. Além de prejudicar a visão e se tornar um incômodo constante, a doença também pode se tornar um problema estético, já que, em alguns casos, a membrana cresce sobre a íris, deixando-a esbranquiçada, e causando vermelhidão na superfície ocular.
De acordo com o oftalmologista, a prevenção é a melhor maneira de combater o problema. “O uso de chapéus e óculos que absorvam e reflitam os raios solares são atitudes que evitam a exposição prolongada aos raios ultravioletas. Além disso, é importante proteger os olhos do contato com fatores que influenciam o aparecimento da doença, como poeira, cinza e vento”, recomenda Tony Cantanhede.
Se os cuidados não forem suficientes e o Pterígio evoluir a ponto de causar incômodos e prejudicar a visão, as únicas formas de tratamento da doença se resumem ao uso de colírio para amenizar alguns sintomas, como a irritação e o ardor, e a cirurgia, único procedimento capaz de impedir o progresso e sanar, em alguns casos, o Pterígio, que pode ser reincidente em predispostos.
Atualmente, com o avanço das técnicas, a cirurgia para Pterígio tornou-se um procedimento simples. Até mesmo os pontos, que eram causa de irritação ocular, desconforto e a principal queixa dos pacientes no pós-operatório já foram superados com o surgimento de um novo procedimento feito com cola biológica (adesivo de fibrina).
“Com a chegada dessa nova técnica ao Piauí, que abrevia o tempo de realização da cirurgia, nossos pacientes estão contando com um tratamento técnico mais confortável e sem a necessidade de consultas subsequentes para a retirada de pontos”, explica o médico, ressaltando outras vantagens do novo procedimento, como diminuição do sangramento, menor agressão ao tecido ocular e menor inflamação pós-operatória.
Comente aqui! / Em 27/07/12, 09:50
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O último censo de 2010 divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) constata que no Piauí mais de 850 mil pessoas tem algum tipo de deficiência, sendo que cerca de 230 mil apresentam algum tipo de deficiência física e/ou motora.
Michele Costa, 34 anos, sofreu um grave acidente de trânsito, que a deixou sem movimento dos membros inferiores e superiores. “Quando fui prestar socorro a uma vítima de acidente, na estrada, há um ano, um motorista embriagado nos atingiu, éramos eu e um grupo de mais cinco pessoas. Cheguei no Ceir depois da lesão e só mexia os olhos, às vezes eu não consigo acreditar na grande evolução que tive e estou tendo”, lembra Michele.
Após a recuperação das cirurgias, ela foi encaminhada para iniciar o tratamento de reabilitação no Ceir (Centro Integrado de Reabilitação). Após onze meses nas sessões de fisioterapia, terapia ocupacional, arteterapia e hidroginástica, Michele já consegue dar os primeiros passos e voltou a realizar atividades da vida diária que depois do acidente pareciam ser impossíveis, como atender o telefone e pentear os cabelos. Michele comemora cada pequeno novo movimento como a mais nova grande conquista de sua vida.
Além do Ceir oferecer tratamentos multi-terapêuticos nas áreas de reabilitação, também possui um parque industrial da Oficina Ortopédica que produz próteses, órteses, coletes, sapatos ortopédicos, dentre outros meios auxiliares de locomoção, todos disponíveis através de convênio com o SUS, ou seja, gratuito para a população.
O Ceir é o coração da Rede Estadual de Reabilitação, que hoje atende mais de 40 regiões do Piauí e é um projeto do Governo do Estado do Piauí com apoio do Governo Federal, mas é gerenciado por uma organização social sem fins lucrativos, a Associação Reabilitar. Nele, o tratamento de reabilitação física é completo. Não é à toa que o Centro hoje é referência nacional e considerado modelo pelo Ministério da Saúde.
Antônio Gomes sabe bem o que isso significa. Ele não tinha nenhuma deficiência física até os 21 anos de idade. Foi quando apresentou uma doença no sangue, que acarretou a amputação dos membros inferiores e superiores. Ele é natural de Esperantina, cidade localizada a 196 km de Teresina e foi orientado pela Secretaria de Saúde do seu município a procurar os serviços de reabilitação física oferecidos pelo Ceir.
No Ceir, ele recebe tratamento de reabilitação e recebeu próteses produzidas na oficina ortopédica sobe medida para ele. Os equipamentos representam a reconquista de sua independência. “É incrível voltar a caminhar. Parece que minha vida deu um giro de 360º graus e eu posso voltar a fazer muitas das coisas que por muito tempo não pude fazer”, comemora.O Ceir em 4 anos de fundação já realizou mais de 310 mil atendimentos.
Fonte: Ceir
Comente aqui! / Em 19/07/12, 09:07
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Após ter alta no hospital, pacientes cardíacos cometem muitos erros em relação à administração de seus medicamentos, mesmo quando foram bem orientados pelos farmacêuticos, aponta uma nova pesquisa. Embora nenhum dos óbitos dos participantes da análise tenha sido relacionado a esses erros, parte dos voluntários corria risco de vida. O estudo foi publicado no periódico Annals of Internal Medicine e conduzido no Vanderbilt University Hospital e Brigham and Women's Hospital, nos Estados Unidos.
Para chegar a essa conclusão, os especialistas acompanharam 851 pacientes que haviam sido hospitalizados devido a problemas de coração, como falência cardíaca ou infarto. A idade média do grupo era de 60 anos. Metade deles recebeu tratamento padrão dos farmacêuticos e a outra metade contou com auxílio extra desses profissionais.
Do total, cerca de 50% cometeu um ou mais erros com a administração de sua medicação no período de um mês após a alta do hospital, independentemente de ter recebido orientações extras. Na maioria das vezes, os erros envolviam drogas para o coração, para dor, contra o colesterol, contra o diabetes e anticoagulantes. Também foram identificados erros de consumo de ervas, vitaminas e suplementos. As principais falhas foram em relação à quantia das doses, a interrupção dos medicamentos antes do prescrito, a frequência e a não seguir toda a prescrição médica.
Os resultados devem servir de alerta não só aos pacientes, mas também aos hospitais e farmácias. Estudos anteriores haviam estimado que o erro atingia apenas 20% dos pacientes. A nova pesquisa mostra que a margem de erro é muito maior. Por isso, os autores do estudo reforçam a necessidade de tirar todas as dúvidas com o médico, buscar mais informações sobre os remédios e contar com o apoio de um amigo ou familiar na própria casa para ajudar a administrar corretamente os medicamentos.
Você está exagerando no uso de remédios?
Remédios ajudam a curar doenças e a aliviar os sintomas que te derrubam uma semana inteira. Mas muitas vezes o uso é feito de uma maneira indiscriminada, o que pode não só não te ajudar, como detonar sua saúde. O médico imunologista Mauro Martins Teixeira, presidente da Sociedade Brasileira de Farmacologia e Terapêutica Experimental (SBFTE) alerta para os perigos da automedicação. "O uso de medicamentos sem orientação profissional pode trazer sérios riscos à saúde, os famosos efeitos adversos". Confira se você está cuidando adequadamente da sua saúde.
1. Dose
O principal erro que as pessoas cometem ao escolher um remédio sem auxílio de um profissional capacitado é errar a dose e não escolher a melhor medicação tanto para a doença, quanto para o próprio organismo. Esse erro pode trazer graves efeitos adversos. O clínico geral Paulo Camiz, do Hospital Israelita Albert Einstein, chama atenção ainda para os cuidados com a terceira idade. "Essa faixa etária é mais sensível à medicação e está sujeita a um conjunto maior de efeitos adversos e desfechos desfavoráveis."
2. Automedicação
Os efeitos adversos possíveis são os mais diversos e costumam constar nas bulas, podendo levar a sérias intoxicações em casos mais graves. O imunologista Mauro explica que outro problema decorrente do mau uso de medicamentos é o "mascaramento" da doença. "A automedicação pode aliviar os sintomas, mas a causa continuará presente, ou seja, além de o problema não ser resolvido, ele pode se agravar sem que a pessoa perceba", explica. A melhor opção é sempre procurar o médico, receber o diagnóstico correto e tomar a medicação adequadamente recomendada ou prescrita.
3. Suplementação
Mauro Teixeira explica que suplementos alimentares também devem ser usados com recomendação de um profissional da área da saúde. "Se mal usados, esses produtos podem causar constipação, dislipidemias, lesão renal e alterar os níveis de proteínas no sangue", explica.
4. Fitoterápicos
Remédios fitoterápicos têm origem vegetal e, por isso, muitos acham que podem ser tomados sem nenhum cuidado especial. No entanto, o clínico geral Paulo Camiz explica que, se algum produto independente da sua origem (vegetal ou sintética) possui um efeito terapêutico, certamente ele também possui efeitos colaterais e interações medicamentosas. "Chamá-lo de produto 'natural' simplesmente dá a falsa sensação de que é isento de efeitos adversos, mas trata-se de um remédio comum", aponta.
Fonte: Minha Vida
Comente aqui! / Em 09/07/12, 08:31
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A teoria sempre é mais fácil do que a prática. Todo adulto sabe da importância de incentivar as crianças a desenvolverem hábitos alimentares saudáveis desde cedo, para evitar que elas se tornem obesas ou acumulem condições de saúde que resultem numa vida futura cheia de complicações.
Mas, na hora de ensinar, tudo se torna mais difícil. Muitos pais descobrem que precisam aprender lições básicas de nutrição e, muitas vezes, é preciso persistência para garantir que seus filhos sejam saudáveis. Para facilitar, listamos dez dicas práticas desenvolvidas por especialistas da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso) que ensinam estratégias para ter sucesso na educação alimentar das crianças:
Aprenda a dizer não: A criança que pode comer de tudo sem limites vai abusar das guloseimas e, consequentemente, das calorias. É interessante ter um dia por semana e situações em que os pais possam ser mais liberais.
Evite lanches fora de hora: O ideal é que a criança faça seis refeições por dia e evite beliscar fora dessas horários estabelecidos. Boas opções de lanche são frutas e sucos naturais, sem açúcar.
Não ofereça comida como recompensa: Frases como “coma toda a sopa para ganhar a sobremesa” passam a ideia de que tomar sopa não é bom e de que a sobremesa é a melhor parte da refeição.
Evite castigar: Ameaçar castigos para as crianças que não comem o que os pais oferecem só aumenta o ódio delas pela comida. Por isso, nada de frases como “se não comer a salada, não vai ganhar presente”. Fica difícil para qualquer um gostar de salada dessa maneira.
Não brinque: A hora de comer requer seriedade. Os pais devem evitar distrações como o clássico aviãozinho. Muito mimo é sinônimo de muita manha.
Seja persistente: Não ceda ao primeiro “não gosto disso”. A criança tem uma tendência a dizer que não gosta de uma comida que ainda não provou. É importante experimentar e exercitar, para tornar o consumo de alimentos saudáveis um hábito desde os primeiros anos de vida.
Não substitua: Muitas vezes, a criança não quer comer arroz e feijão e os pais cedem dando mamadeira. Esse erro é muito comum, e, se seu filho conseguir lhe convencer da troca uma vez, vai repetir essa estratégia sempre.
‘Desglamourize’ a lanchonete: Se você tratar as idas a restaurantes como os fast-foods como um programa, ou uma atividade de lazer, a comida de casa vai começar a parecer sem graça para seu filho.
Varie o cardápio: Não sirva sempre a mesma coisa. Se você oferece muito iogurte para uma criança, ela tende a enjoar. Além disso, faltarão nutrientes em seu cardápio.
Dê o exemplo: Não adianta mandar tomar sucos e beber apenas refrigerante.
Fonte: O Globo
Comente aqui! / Em 02/07/12, 08:25
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Cuidar da saúde auditiva e visual precisa fazer parte dos exames de rotina de qualquer pessoa. Os pais devem buscar ajuda através de exames, como a triagem auditiva, mais popularmente chamada de “teste da orelhinha”, que avalia como está a audição dos recém-nascidos. Já o Teste do Olhinho tem a capacidade de detectar alguma alteração, assim, evitando sequelas mais graves. Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) comprovam que 10% das crianças em fase escolar apresentam algum tipo de deficiência.
Não adianta os pais utilizarem testes caseiros para identificar que a criança não ouve bem. O Teste da Orelhinha é um exame rápido e indolor. E o seu diagnóstico precoce é vital para o desenvolvimento das crianças que possuem perdas auditivas. “Só um especialista tem a capacidade de afirmar qual o nível de deficiência do ouvido. Não se pode ‘achar’ que o bebê ouve bem, isto deve ser comprovado”, afirma o otorrinolaringologista Eriverton Ferreira.
A rubéola materna, adquirida na gestação, é uma das principais causas da perda auditiva profunda na infância, mas é fundamental uma atenção redobrada, pois existem outras doenças que merecem atenção. Distúrbio renal, catarro no ouvido, sarampo, coqueluche, caxumba, otites, por exemplo, são algumas doenças que acarretam as complicações no ouvido. “Se uma criança teve meningite, ela precisa fazer exames constantemente porque em muitos casos, a surdez ocorre em função dos remédios”, declara.
Os especialistas consideram que mesmo estando tudo bem com a criança é importante estimular sempre os sentidos. Uma audição sem problemas favorece o bom desenvolvimento da linguagem e criatividade.
A visão do bebê também se desenvolve aos poucos. Segundo a Sociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica, a previsão é que apareçam cerca de 710 novos casos de cegueira por ano. O mais preocupante é que a maioria dos casos são descobertos quando os pacientes estão praticamente cegos. De acordo com a oftalmologista Carolina Maia, é preciso que o sentido seja estimulado através de exercícios que auxiliem o processo natural. “Além disso, é importante a realização do Teste do Olhinho, que detecta qualquer patologia nas estruturas oculares, antecipando o tratamento e aumentando as chances de cura”, recomenda.
Dra Carolina Maia
Exercícios para desenvolver a visão do bebê:
- Cerque a criança com objetos diversos e cores fortes;
- Posicione o bebê de forma que ele possa observar o movimento ao seu redor;
- brinque de esconde-esconde. Além de divertido, estimula o bebê a procurar;
- Pendure um móbile em Preto e Branco sobre o berço.
Cuidados com a orelha e audição
- Cuidado com a posição que você amamenta o bebê. Coloque a cabeça um pouco mais alta, assim o leite não escorre para a orelha;
- Não permita que seu filho coloque objetos na orelha e nem fazer limpezas;
- Não use remédios sem prescrição médica, principalmente os caseiros.
Comente aqui! / Em 27/06/12, 12:03
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A Catarata Congênita é a causa mais comum, no mundo, de perda visual ao longo da vida das crianças. Embora a doença tenha uma etiologia diversa, em muitas crianças, uma causa específica não é identificada, no entanto, parece haver um fator genético com gene dominante (herança autossômica dominante), que é comumente observado.
O diagnóstico precoce e o acompanhamento pós-natal na comunidade é importante, porque a intervenção adequada pode resultar em bons níveis de retorno da função visual.
No entanto, o resultado visual depende, em grande parte, de quando a cirurgia é realizada. Bons resultados foram relatados em crianças que realizaram uma operação antes de 6 semanas de idade, com catarata unilateral, e 10 semanas de idade, nos casos bilaterais.
A colocação de uma lente intraocular artificial de implantes, após remoção da catarata, tornou-se prática estabelecida em crianças acima dos 2 anos. Ainda há debate sobre a segurança e a previsibilidade do implante de lente intraocular nos pequenos. Apesar da cirurgia precoce e reabilitação óptica agressiva, as crianças ainda podem desenvolver o glaucoma, nistagmo, estrabismo e ambliopia de privação.
O diagnóstico e gerenciamento da catarata congênita melhoraram ao longo dos últimos 30 anos, com um progresso simultâneo nos resultados das crianças afetadas. Muitos aspectos pré, intra e pós-operatório realizados nesses pacientes devem evoluir, como a necessidade de dados de boa qualidade e estudos prospectivos de colaboração nesse campo.
Fonte: Saúdeinfantil
Comente aqui! / Em 25/06/12, 12:46